Aproveitando um tempinho entre "comer alguma coisa e descer pra ir pra aula" e resolvi postar. Provavelmente não postarei mais esse ano, então vamos falar de 2007. Foi um ano ótimo. Com alguns problemas, alguns (?) stresses, alguns choros, algumas dores de estomago, muitas risadas, muita felicidade, muito self pride...
Ano de extrair os cisos, ano de aparelho, ano de acupuntura, ano de CAVE, ano de finais de semana 'perdidos' fazendo simulado, ano de pensar muito mais no futuro, ano de lovelovelovelove, ano de Ulisses+Ulisses+Ulisses = 3 anos, ano de cinema, ano de muitos livros, ano de papeis e mais papeis. Ano produtivo.
Ano de computador novo, ano de Pan Americano, ano de sentir dores insuportaveis do dente, ano de uma vida mais saudavel, ano de certeza.
Ano de mudanças, principalmente. Mudança interior, que é o que mais importa. Ano de crescimento.
O que esperar de 2008? Não espero nada. O que vier de bom é lucro. E nada de resoluções pra esse ano novo. Espero conseguir tudo atravéz do meu esforço. Que seja consequencia do que foi 2007.
Que venha 2008 e a festa de Ano Novo mais bolada que alguém já teve noticia, né não, babe? :D Feliz Ano Novo para todos vocês!
O tema sugerido era um crônica sobre a renovação da esperança ou algo assim
"Todo final de ano é sempre a mesma coisa: ruas lotadas, propagandas em massa na televisão, lojas decoradas e sempre a mesma história de que o Natal é epóca para celebrar a vida e renovar as esperanças. Mas será que essa "renovação" de esperança só serve no Natal? Sabe, do mesmo jeito que a televisão e algumas ONGs nos ensinam a sermos generosos, também deveriam nos ensinar a termos esperança todos os dias do ano. Eu, você, o seu vizinho não passamos dificuldades somente no final do ano e além do mais, quem aguentaria viver sem aquele pinguinho de esperança? Porque é ela que nos faz que tudo pode ser melhor. É a esperança que move as pessoas, corações, ideologias, que move cada um de nós. Ter esperança é acreditar que tudo pode ser diferente, pode ser mudado, quando se acredita, quando se tem fé."
Quando eu escrevi eu gostei, hoje não gosto mais. Acho que nem com uma crônica ficou parecido mas me fez ganhar uma nota legal em redação :D. Passar eu passei, mas quem disse que tenho dinheiro pra fazer matricula? E também, tá muiiiiiiiito longe de ser a minha prioridade ou preocupação.
Natal chegando... e eu odeio Natal. Odeio, odeio MESMO. Nem ganhar presentes me anima muito. Quando eu era criança eu até gostava. Gostava mais pela ideia do presente do que por qualquer outra coisa. O Natal que eu mais gostei quando criança foi quando ganhei minha bicicleta, eu tinha 6 ou 7 anos, não lembro.
Mas quando eu comecei a crescer tudo perdeu graça. Perdeu a pouca graça que tinha quando o meu irmão faleceu. Agora Natal é vazio, sempre falta um e o que é bom mesmo é salada de frutas que (não sei porque) minha mãe só faz no Natal.
Hoje eu vejo o Natal como uma data criada, com o Papai Noel inventado pela Coca-Cola, com um monte de gente hiper-consumista que só pensa em gastar o 13° salário em presentes e mais presentes e, eu acho, que devem até sentir um certo prazer em enfrentar lojas quentes e abarrotadas de gente.
Infelizmente as pessoas esquecem de ajudar a quem precisa ou só lembram disso próximas do dia 25 de dezembro. Há unas 4 anos atrás, eu vi a cena mais triste do Natal. Nós tínhamos acabado de comer e eu fui pro quarto com o maior nó na garganta da historia. Fechei a porta, liguei o som e fui pra janela. Foi quando eu vi um catador de lixo mexendo no lixo que estava no poste em frente ao meu prédio. Pronto. Foi o estopim pra eu começar a chorar.
Não que eu não goste de final de ano. Eu gosto. Final de ano da uma alívio fudido. Acho que o final e um inicio é sempre bom. Ainda mais se o ano foi uma bosta ou foi muito estressante (me enquadro no segundo).
Mas quando é o significado de Natal eu gosto de lembrar de "Morte e Vida Severina". Enfim, não sei se posto aqui até o Natal, então Feliz Natal pra todo mundo.