parada gay e etc e tal.
parada gay. GLAM total.
todo mundo dançando horrores, sem se importar com nada. foi tão legal.
digamos que mais de 50% das pessoas presentes eram heterosexuais o que me faz pensar o seguinte: estavam ali porque respeitam ou porque era praticamente uma raive, só que de graça? tirem suas conclusões. acho que eu tava lá pelos dois e porque é MUITO divertido.
natália é incontrolavel. ela saí dançando no meio de todo mundo e fica impossivel acha-la depois. maaaaas, nada que puxa-la pelos cabelos não resolva. o caio só sabe dançar de um único jeito e deve ter ficado umas duas horas fazendo os mesmos movimentos. ulisses fala que não gosta de festa, de muvuca, mas tava bem animado. eu dancei até meus joelhos darem caimbra (e o pior é que deram mesmo).
o fim-de-semana foi bom. todo ele. mesmo as minhas dores de barriga enxendo o saco. aliás, preciso ir ao médico. mamãe acha que estou com virose. na verdade, minha mãe acha tudo. ela só não é pior que eu que tenho doenças psicologicas. não me fala de nenhuma epidêmia, em dois dias eu começo a sentir algum dos sintômas. juro. eu não sou nada normal. e mamãe está me enxendo de chá. aqui em casa só cuidam de mim com remédios fitoterapicos. tirando as dores de cabeça que eu não dispenso um sonridor caf (aquele azulzinho para dores de cabeça mais intensas, também conhecidas como enxaquecas que me visitam regularmente). as vezes acho que estou fazendo vestibular para o curso errado. em vez de comunicação social deveria fazer farmácia e bioquimica. eu nunca vi alguém gostar tanto de farmácia igual eu. mas alguém aí consegue me imaginar fazendo farmácia? nem eu. aliás, de biologia e química eu quero distancia.
falando em farmácia, bioquímica, estou indo estudar biologia (quero distância mas preciso estudar :|)
e mais fotos da parada... (na última foto, eu e natty)
ulisses.
(o aniversário é só daqui uma semana e meia, mas quem liga?)
ulisses é um cara que você nunca vai achar igual. peça única (e exclusiva). ele é a excessão. se você um dia achou que todos os homens são iguais é porque nunca o conheceu. talvez somente eu ache que ele seja a excessao, até porque ninguém no mundo o conhece tão bem como eu.
ulisses é carinhoso, tem o melhor cafuné do mundo (supera o da minha mãe), o melhor cheiro, o melhor beijo, o melhor "pega", a melhor voz, a melhor risada, as melhores palavras, os melhores olhos, as melhores ideias, o melhor abraço nos dias frios e quentes.
ulisses é um cara sério. sério pra todas as outras pessoas do mundo, menos pra mim. pra mim ele é um cara risonho, alegre, divertido.
ulisses pode parecer anti-social. na verdade ele é um pouco. não se importa se as pessoas não vão gostar dele. não se importa em ter muitos amigos. não se importa em ser odiado ou coisa do gênero.
ulisses tem carinha de menino, porém as atitudes são de homem (assim como é a idade). é um rapaz maduro, responsável, centrado, esforçado.
ulisses é inteligente. ele tem a maior paciência do mundo em me ajudar a desvendar os mistérios da matemática e da química. pena meu cerebro ser tão limitado.
ulisses me ensina a ser cada dia uma pessoa melhor. me ensina a superar meus limites. acreditar em mim e em algum potencial escondido aqui dentro. tenta me ensinar a ser paciente e tolerante.
ulisses me faz acreditar que tudo na vida vale a pena. me faz ver tudo claro e alegre por atrás da escuridão.
ulisses me leva ao céu.
ulisses é o amor da minha vida.
ulisses vai ser o pai dos meus filhos, meu companheiro pra vida toda, meu velhinho da cadeira de balanço ao lado da minha, meu marido, meu amigo, meu eterno. aqui e lá.
ulisses é meu.
ulisses, peço perdão a você, a mim, a Deus, por todos os erros que eu comenti. você é o que eu mais quero pra minha vida. minha única razão de acreditar em um dia melhor, em uma vida melhor. parte integrante de 100% dos meus planos futuros.
eu te amo, meu anjo.
teatro
o teatro tem uma relação quase que direta com a minha vida.
quando eu comecei a fazer teatro, em setembro de 1996, eu levava bem na brincadeira. claro, eu tinha 8 anos e nenhuma criança de 8 anos leva algo a sério. com 12 eu falava que queria fazer teatro pro resto da minha vida. iria fazer faculdade de Artes Cênicas na UFRJ e iria viver de arte (doce ilusão). com 18 encaro o teatro como uma paixão, uma coisa que eu não sei viver sem, algo que circula como sangue nas minhas veias e toda a desenvoltura que eu tenho pra falar em público eu devo a ele.
foi graças ao teatro que um dia eu conheci o Ulisses. frequentavamos a Clinica do Riso do TQ (que é um grupo de comédio maravilhoso daqui de JF) e foi em uma ida ao teatro, graças a ingressos que ganhamos, assistir a uma peça do projeto Trilhas da Cultura da Telemig Celular em maio/junho de 2004, que nós começamos a conversar.
e bom, de certa forma, o teatro e o TQ fazem parte quase que total no nosso relacionamente. desde os primeiros "oi, tudo bem" na Clinica ao primeiro beijo depois da Clinica.
cada dia eu sou uma pessoa mais apaixonada por teatro. lindo, não?
chuva.
terça-feira, 01 de agosto de 2006, 17:30.
(clica na imagem pra aumentar)
o céu tava assim. enquanto chovia no Cascatinha city, no centro da cidade estava tudo bem claro (ou ali seria bem depois do centro? o.o)
sabe aquelas chuvas tipicas de verão que, normalmente, só cai no verão? a chuva de ontem foi assim. cheguei em casa já pegando os chuviscos mais grossos. subindo a escada já saquei o celular e fui procurar sabe se o Ulisses já tinha chegado. ninguém atendeu. "bom, ele deve estar tomando banho", pensei eu. foi o tempo de subir, falar com mamãe, jogar a bolsa em cima da cama, olhar pela janela, soltar um "caraleo, que lindo" e pegar a camera.
bom, depois disso caiu uma chuva daquelas. dava pra ver as cortinas de agua, bem foda mesmo. a luz acabou, ai eu pensei "ah tá me zuando né?" e a luz voltou. eis que, de repente, junto com a ventania, começa a chover granizo. "mas perai, chuva de granizo não é só em setembro?". ah, sem contar os relâmpagos. ô tempinho louco, viu? depois da chuva, da sujeira e de toda a movimentação, o tempo esfriou bastante. não que não estivesse frio. na realidade a tarde foi até quente, ainda mais quando você sai com três blusas CRENTE que tá um puta frio. não sei como ainda acredito na minha mãe. quando eu tinha 15 anos ela me fez passar o maior frio da minha vida, mas isso é história pra outro post.
depois de 15 anos morando em Juiz de Fora você acaba se acostumando com milhares de coisas, mas definitivamente, com o tempo eu nunca vou me acostumar.
coisas que só Juiz de Fora trás pra você. fato.